Diagn´´ostico Precoce de Câncer de Mama não tem Clínica: Estudo combinado por Termografia

  • Marcos Leal Brioschi Presidente da Associação Brasileira de Termologia Médica (ABRATERM)

Resumo

Por meio de imagem infravermelha é possível identificar alterações metabólicas muito sutis nas mamas que podem servir de sinal de alerta para malignidade. O desenvolvimento de um tumor aumenta a vascularização mamária e consequentemente a temperatura nesta região, e permite a termografia registrar alterações metabólicas suspeitas. É um método totalmente seguro, sem radiação e confortável, sem contato. Diferente dos exames anatômicos, como ultrassonografia e mamografia, a termografia combinada auxilia na avaliação do risco de câncer de mama e no diagnóstico médico precoce pelos demais exames complementares. Diferente do conceito antigo, atualmente a termografia ultrassensível mamária é voltada na abordagem semiotécnica de mulheres jovens e com mamas densas, combinada à avaliação médica e de outros métodos diagnósticos, em especial a ultrassonografia.

Publicado
Nov 21, 2019
Como Citar
BRIOSCHI, Marcos Leal. Diagn´´ostico Precoce de Câncer de Mama não tem Clínica: Estudo combinado por Termografia. Pan American Journal of Medical Thermology, [S.l.], v. 3, p. 19-24, dez. 1969. ISSN 2358-4696. Disponível em: <https://www.abraterm.com.br/revista/index.php/PAJTM/article/view/60>. Acesso em: 21 nov. 2019. doi: http://dx.doi.org/10.18073/2358-4696/pajmt.v3n1p19-24.
Seção
Artigos